Esta ainda é uma doença de causa desconhecida e sem cura, mas se detectada com bastante antecedência, os sintomas podem ser tratados, para adiar a fase terminal do Alzheimer. Neurologistas do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, alertam para a doença, de causa desconhecida, que atinge 5 % da população com mais de 65 anos. Após os 80, a prevalência da doença é de 15%. No Brasil, estima-se que 700 mil pessoas sofrem com o mal.
Podemos perceber através da revisão da literatura que a atividade física tem influenciado de maneira positiva no tratamento da doença de Alzheimer, trazendo benefícios como: aumento da auto-estima, melhora da afetividade e do humor, melhora da capacidade de raciocino, coordenação motora, percepção e memória, diminuindo os índices de depressão, ansiedade e internações, conforme mostram os estudos já realizados.
Com informações do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Fonte: Redação Terra.
Como o Pilates pode ajudar alguém com Alzheimer?

Bem, outro sintoma da doença de Alzheimer é a contratura muscular e uma tensão geral no corpo. É quase como se os músculos esquecem de como devem fazer para relaxar.
Como muitos movimentos do Pilates alongam o músculo ao mesmo tempo em que os fortalecem, rapidamente percebe-se uma melhora nesssa tensão geral. Um outro fator de extrema relevância é a coordenação motora e do movimento que melhora visivelmente.
É importante lembrar que o treinamento de equilíbrio e do Centro de Força (Power House) são componentes importantíssimos para se estimular numa aula de Pilates principalmente para alguém que possui Alzheimer, visto que a estabilidade do corpo é comprometida como resultado da tensão e da fraqueza dos músculos.
O Pilates pelos seus movimentos, equilibra a tensão e aumenta a força dos músculos bem como a coordenação motora.
Além dos aspectos físicos da doença, o Pilates trabalha a mente do portador de Alzheimer. Imagine que em uma aula o aluno precisa manter o cérebro em funcionamento, exigindo concentração para os exercícios de coordenação e respiração e ainda pode ser requisitado a contar as repetições (por exemplo, contando em voz alta de 1 a 10, de acordo com as repetições do movimento) mantendo assim o cérebro ativo durante a atividade.
Trabalhar com alunos/pacientes de Alzheimer definitivamente não é para todos.
No entanto, com paciência e atenção por parte do professor, a prática de Pilates pode ser muito benéfica para estas pessoas.
Fazer com que o aluno goste da aula é muito importante para que ele mantenha-se interessado na atividade que está fazendo para não 'parar' de estimular seu cérebro durante o exercício.
Não há hoje uma cura para o Alzheimer. O que há é um grande consenso no sentido de prevení-lo mantendo o cérebro sempre em funcionamento. Mudar nossa rotina, jogar jogos de memória, fazer cálculos de cabeça, preencher palavras cruzadas...
É interessante como simples atitudes podem nos ajudar a prevenir o Alzheimer.
Tente fazer um teste:
1) Use o relógio de pulso no braço direito;
2) Escove os dentes com a mão contrária da de costume;
3) Ande pela casa de trás para frente;
4) Vista-se de olhos fechados;
5) Estimule o paladar, coma coisas diferentes;
6) Veja fotos de cabeça para baixo;
7) Veja as horas num espelho;
8) Faça um novo caminho para ir ao trabalho.
A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro.
(Fonte do teste: http://fisioterapiaquintana.blogspot.com/2010/01/exercite-o-cerebro-e-fuja-do-alzheimer.html)
Vale a pena tentar!

